Eu posso jurar-Te
Ser a tua Paixão, em seta
Se prometeres ser a flecha do meu Coração
Disparada pelo ousado Amor, em recta e sem meta
Acertando no alvo do Ser, de peito aberto
Amando um Universo, só nosso, numa loucura certa
Onde contigo, deveras e gratificante, Amo e converso
Codificando num toque, um arrepio sem inverso
Acompanhado de orgasmos, únicos, bem longe do frio
Disparando sempre um infinito e vibrante prazer
Numa Alma em verso sem borracha, escrita e sentida
Num só alvo, florindo em marcha, cintilante e Amante
Vivida e Sonhada, num só crer onde o Amor vive em seta
Absorvida num Viver, reluzente, só nosso, sem meta
Onde o nosso abrigo, sempre e prazerosamente, tem o nosso sabor....
És a cor e o calor, num glamour que me pinta com fervor
Onde contigo, o fulgor do nosso Coração nunca mente
E onde a Paixão, sente, sempre, um puro Amor, doce e quente..
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Este é o meu ultimo texto que publico, obrigado a todos que me apoiaram, a todos que são especiais pelo menos para alguém, obrigado
Por entre mil sofrimentos, amar é sentir o céu no coração. Sempre que alguém leva aos outros motivo de alegria verdadeira a sua acção é virtuosa e, portanto, feliz.....
Por entre mil sofrimentos, amar é sentir o céu no coração. Sempre que alguém leva aos outros motivo de alegria verdadeira a sua acção é virtuosa e, portanto, feliz.....
O caminho do bem e da felicidade seguem, poucas vezes, na mesma direcção... Um dos sofrimentos de quem persegue o bem é o de constatar, tantas vezes, a alegria triunfante de quem procede mal.
A felicidade não é um sonho nem uma tentação. Não é impossível, mas imprescindível. Não é um prémio de produtividade nem uma recompensa por obediência... Não se trata de um prazer ou de uma alegria comum, mas de algo bem mais fundo, não passageiro.
Será um dom que aumenta com cada gesto bom.
Esta bem-aventurança não é um estado em que se esquece tudo o resto... revela-se, sim, em cada vida plena, na qual cada pedaço tem rumo, significado e valor. Não é uma existência extraordinária, mas aquela onde o sujeito vive, vivida de forma humilde, grata e concentrada no essencial: o amor. Abraçando da mesma forma as alegrias e os sofrimentos, como pilares fundamentais da vida neste tempo... que é parte de um outro tempo, maior... o Eterno.
A ideia de felicidade remete-nos para algo que extravasa um limite pré-determinado, assim, só somos felicidade quando as nossas expectativas são superadas. Mas, não se pense que a única variável a ter em conta é a da generosidade do mundo e dos outros... afinal, uma das formas que temos para ser felizes é a de reduzirmos os nossos desejos... a maldição da infelicidade, nos dias de hoje, deve-se mais à multiplicação das ganâncias do que a qualquer outra pobreza. Quantas vezes a obtenção daquilo que se desejava traz apenas uma angústia ainda mais infeliz?
A felicidade é considerada como algo excessivo... é raro aparecer numa página de jornal ou num qualquer programa de televisão... aí apenas há espaço para as tristezas e alegrias efémeras, e quando aparece alguém feliz é tomado como louco, ingénuo ou ridículo... alguém que se rendeu a um devaneio piegas e que não tem sequer noção do mundo em que vive...
Há muitos neste mundo que se resignam a ser definitivamente infelizes, mas também há quem perceba que se pode construir uma vida do outro mundo aqui, por entre frustrações e fracassos, guerras e dores.
Mais do que esperar passivamente que a felicidade nos chegue à vida, é possível que cada homem, à sua maneira, se torne protagonista e consiga ser a felicidade que abraça a própria vida.
Ninguém tem direito à felicidade, apenas o dever de ser digno dela através do amor. Por entre mil sofrimentos, amar é sentir o céu no coração. Sempre que alguém leva aos outros motivo de alegria verdadeira a sua ação é virtuosa e, portanto, feliz. Por entre mil sofrimentos...
Bem longe dos medos existe uma dimensão onde os nossos frutos podem tocar as nossas raízes. Aí há paz, e é essa paz que permite que possamos, amando, construir o nosso ser a partir do nada. Sim, sem amor, nunca seremos mais que pó.
A felicidade não é um sonho nem uma tentação. Não é impossível, mas imprescindível. Não é um prémio de produtividade nem uma recompensa por obediência... Não se trata de um prazer ou de uma alegria comum, mas de algo bem mais fundo, não passageiro.
Será um dom que aumenta com cada gesto bom.
Esta bem-aventurança não é um estado em que se esquece tudo o resto... revela-se, sim, em cada vida plena, na qual cada pedaço tem rumo, significado e valor. Não é uma existência extraordinária, mas aquela onde o sujeito vive, vivida de forma humilde, grata e concentrada no essencial: o amor. Abraçando da mesma forma as alegrias e os sofrimentos, como pilares fundamentais da vida neste tempo... que é parte de um outro tempo, maior... o Eterno.
A ideia de felicidade remete-nos para algo que extravasa um limite pré-determinado, assim, só somos felicidade quando as nossas expectativas são superadas. Mas, não se pense que a única variável a ter em conta é a da generosidade do mundo e dos outros... afinal, uma das formas que temos para ser felizes é a de reduzirmos os nossos desejos... a maldição da infelicidade, nos dias de hoje, deve-se mais à multiplicação das ganâncias do que a qualquer outra pobreza. Quantas vezes a obtenção daquilo que se desejava traz apenas uma angústia ainda mais infeliz?
A felicidade é considerada como algo excessivo... é raro aparecer numa página de jornal ou num qualquer programa de televisão... aí apenas há espaço para as tristezas e alegrias efémeras, e quando aparece alguém feliz é tomado como louco, ingénuo ou ridículo... alguém que se rendeu a um devaneio piegas e que não tem sequer noção do mundo em que vive...
Há muitos neste mundo que se resignam a ser definitivamente infelizes, mas também há quem perceba que se pode construir uma vida do outro mundo aqui, por entre frustrações e fracassos, guerras e dores.
Mais do que esperar passivamente que a felicidade nos chegue à vida, é possível que cada homem, à sua maneira, se torne protagonista e consiga ser a felicidade que abraça a própria vida.
Ninguém tem direito à felicidade, apenas o dever de ser digno dela através do amor. Por entre mil sofrimentos, amar é sentir o céu no coração. Sempre que alguém leva aos outros motivo de alegria verdadeira a sua ação é virtuosa e, portanto, feliz. Por entre mil sofrimentos...
Bem longe dos medos existe uma dimensão onde os nossos frutos podem tocar as nossas raízes. Aí há paz, e é essa paz que permite que possamos, amando, construir o nosso ser a partir do nada. Sim, sem amor, nunca seremos mais que pó.
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